terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Para ter uma grande ideia é preciso...

Depois que Patrick leu o texto da Almap na sala de aula (esse aqui, dá uma conferida), o professor sugeriu que a gente refizesse, sob o nosso olhar.

O resultado foi:







segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

A tal da Gestalt

(texto adiado por falta de internet)

Semana passada meu ilustríssimo professor de Arte Publicitária passou um slide durante a aula para relembrar-nos da Gestalt, para usá-la na criação da identidade visual de uma marca. Tudo aquilo: pregnância, proximidade, fechamento…
Opa, fechamento?
Ah, tá, me fez lembrar do trabalho do 1º período do curso, na matéria Psicologia I, a professora gostou tanto que me pediu pra fazer um artigo ou publicar num blog. Aí eu esqueci…e agora vou fazer isso, logo, aqui vai o meu primeiro texto de cunho acadêmico:

A tarefa
Os grupos deveriam encontrar uma imagem que representasse alguns dos princípios da Gestalt para apresentar em sala de aula. Todo mundo foi procurar na internet. Mas aí…o meu grupo, composto por Inês, Júlia e ingrid, além de mim, lógico, resolveu fazer a tal reunião na minha casa. Quer dizer, aquilo era tudo, menos uma casa: assim que vim morar em Aracaju, fiquei numa kitnet meio desorganizada – sendo bem bondosa – , e então estávamos sem internet pra pesquisar.
Júlia só dormia, Ingrid rabiscava no caderno, Inês se constrangia com a kitnet e eu mais ainda.
Mas aí um dos rabiscos de Ingrid prestou.

A figura

Primeiro mostramos à professora, na pré-apresentação (que era pra ela aprovar ou não a imagem), um esboço feito no paint. Empolgadíssimas estávamos por criar, e não usar algo já feito, e ela…
Odiou.
Achou feio, disse que era melhor a gente procurar outra imagem.
Mas já estavávamos envolvidas, então fizemos a fotografia final e fomos pra frente da sala apresentar, já esperando as risadas e a cara de reprovação da prof.
Aí ela amou.=)
Foto: Júlia Borges

É que graças à propriedade de fechamento, a maioria das pessoas que olhar para os gravetos fotografados verá uma estrela. O nosso cérebro “conserta” as coisas pra gente, ou seja, assim como ele corrige a orientação do que os nossos olhos captam (porque a gente enxerga de cabeça pra baixo), ele busca completar o que parece estar faltando traços. O que explica isso é a tendência à boa-forma. E é por isso que se você passar por um restaurante cujo letreiro teve pedaços de letras danificados, ainda assim você compreende o total.

Porque o total, aliás, é tudo o que se vê. Ao chegar pela primeira vez num cômodo, você não percebe cada detalhe, só guarda a impressão. Exemplo: bagunçado ou arrumado, limpo ou sujo, moderno ou antigo, colorido ou sépia, enfim. Textos e imagens também são percebidos assim. Observe a onça abaixo:


Foto: internet
Particularmente, acho que as pessoas TAMBÉM são percebidas assim, por isso as pessoas não conseguem se ater às características por si só, mas sim o contexto geral: se você é legal, feio, bonito, burro, autoritário...enfim. Mas isso é só especulação minha, não me lembro de ter visto estudos a respeito.

Mas pra que o cérebro complete as imagens, lá vai outra propriedade da Gestalt: a Semelhança, ou semelhança passada. É fácil de entender: o seu cérebro completa o triângulo porque ele conhece triângulos.
Desta forma, a nossa “estrela” pode também ser completada para formar o A da Anarquia. Nem eu, Júlia ou Ingrid pensamos nisso, mas Inês, mais familiarizada com o símbolo, percebeu a semelhança de primeira. Logo, o desenho, a depender de quem o observe, pode ter esses dois significados – ou mais, se você encontrar mais (a professora falou algo sobre como estávamos de parabéns pela escolha da grama, que é uma planta que não cresce, e relacionou com outros elementos da fotografia, mas eu não me lembro muito bem, achei que estava além da minha capacidade de viajar em um simples matinho).

As imensas interpretações são a essência da Gestalt, e por isso mesmo ela por si só não serve à propaganda: ninguém quer uma peça que deixe dúvida quanto à conclusão da mesma. Nesse ponto, a Publicidade fica mais para o Behaviorismo, com o estímulo e resposta. Aí vem o cãozinho de Pavlov, comportamento, condicionamento, pa pa pa…mas eu fico por aqui mesmo. 

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A escolha

Alguém já ouviu a teoria dos sete anos? Que de sete em sete anos há uma grande mudança, bababa…


Bom, eu estou no terceiro 7, tenho agora 21. É provavelmente uma fase de transição.

Nesses momentos, você (não pode ser só eu, come on) pára e reflete, com atenção, que escolhas tomar, sabendo que as opções levam a caminhos totalmente distintos, então é preciso ter calma para escolher o melhor.

A maioria dos adultos ou idosos que eu conheço tem melancolia  por algo que fizeram ou deixaram de fazer em suas vidas – pode ser um detalhe ou uma grande frustração.




Anos atrás, eu devia ter uns treze anos, meu pai conversou comigo por telefone sobre “ e se a outra escolha fosse melhor?” Eu disse a ele que acho que a melhor escolha é sempre a que a gente tomou.

Primeiro, porque acho que deveria ser a melhor mesmo quando você as analisou. É como pensar num namoro ruim e concluir: “por que mesmo eu namorei-o(a)?” Mas, acredite, na hora fazia sentido.

Segundo, porque às vezes sinto que nem é tanto como se tivéssemos realmente opções. A maioria das pessoas só pode ter uma vida, então geralmente caminham na direção do que acham melhor.

Quando escolhi publicidade, colegas – e as mães de alguns deles – me disseram que eu estava desperdiçando inteligência em não fazer medicina ou direito. Mas não consigo me ver mais feliz do que me sinto com minha área se eu tivesse cursado qualquer um desses.


Talvez a alma escolha por nós.




Então, mesmo que eu devaneie por entre os dedilhados do violão e a voz dele, mergulhando através de lembranças e planos, com duas garotinhas branquelas, cabelos pretos semi lisos e de narizes vermelhos, eu sei que os meus pezinhos estão virados pro outro lado, e eu estou andando,  porque algo em mim diz que é assim que tem que ser, e simplesmente devo dar Adeus àquele mundo pronto o qual provavelmente não terei como viver...

Escrevendo um roteiro...

Ok, quem diria, “me”, euzinha, fazendo um roteiro.
Acho que isso não estava no meu roteiro também, mas Cristiano, meu professor de Cinema, me passou alguns booons arquivos sobre roteiros, então cá estou eu, escrevendo um.

Certamente vai ser divertido, ao mesmo tempo que trabalhoso, criar uma história que, definitivamente, não é a minha própria…
Algo incomum, já que passei grande parte da vida escrevendo sobre mim, num diário (vários, na verdade).

Isso explica um dos motivos para o nome do blog: sempre fiz planos – fosse para grandes ou pequenas coisas. Olha só, eu sou do tipo que faz plano do que fazer todos os dias, e qualquer pedaço de papel serve pra isso. Antes de ir pra Aracaju morar sozinha, confesso, fiz uma lista de comidas que eu sabia preparar para cada refeição do dia, fazendo planejamento de semanas deliciosamente arquitetadas…e, acreditem, houve coisas mais estranhas.



Planejar, planejar, planejar…devo admitir que, num geral, eu também sou boa em realizar o que almejo, mas, ainda assim, se pode contar com coisas que você não imaginaria que poderiam acontecer.

Era óbvio imaginar que, se dividisse apê com alguém, haveria vários problemas, eu já tinha sido alertada – eu só não tinha como prever que seria tão profundamente enriquecedor e alto-astral morar um ano com Juci, nem que um garoto tivesse tantas coisas em comum comigo e tanto carinho como Adler.

Nem tudo se pode predizer, acaba que o que acontece, na maioria das vezes, é melhor do que o que já estava no script.

As coisas que não estavam no roteiro são um ganho que você vai achando pela estrada, por isso vale a pena ir andando e mostrar a cara.

Você escolhe pra onde ir e a vida vai dando um sopro.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

I Festival de Cinema Baiano - Ilhéus

Eu, que não sou de escrever textos jornalísticos, vou dar meu depoimento nada imparcial da tarde maravilhosa que tive por causa do I Festival de Cinema Baiano , que começou no dia 9 desse mês e durou até ontem, em Ilhéus - Bahia.

Por conta do meu aniversário e dos preparativos para ele, só pude participar no dia 10, mas o pouco que pude presenciar de muito me valeu.

A cidade

Em primeiro lugar, eu ainda não tinha notado o quanto Ilhéus é encantadora. Tem história, beleza natural e gente =) Ficou especialmente interessante com a turma que foi participar do Festival.
Uesc à noite. Foto: internet
Imagino que boa parte dos presentes está associado(a) ao Curso  Rádio e TV da UESC (Universidade Estadual de Santa Cruz), que inclusive deve ser o ponto de partida da iniciativa. Eu vejo as coisas assim: a educação leva a novos caminhos.
A universidade é linda, por sinal, tem épocas em que veste um tapete rosa das pétalas ao chão dos pés de jambo, e o espaço parece bem místico, localizado bem ao meio de uma das estradas mais lindas, mata Atlântica rodeando, entre Ilhéus e Itabuna. Minha visão é bem poética, mas vale a pena conhecer. aos vestibulandos, quem sabe um curso...é só ir ao site da universidade, link acima.

O festival


Teve mostra competitiva de curtas, adorei, teve o média-metragem sobre um louco de rua de Salvador, discussão, mostra paralela...mas o que mais me chamou a atenção foi o documentário "Indígenas Digitais". Antes, porém, deixa-me explicar o contexto.
A fundação cultural de Ilhéus, um dos locais que sediaram o Festival (os outros dois foram o Teatro Municipal de Ilhéus e o Cine Santa Clara), é uma casa antiga que inspira arte e cultura mesmo.
Lagoa encantada (Foto: internet)
Outra coisa é que tinha acabado de passar um documentário sobre a Lagoa Encantada, aqui pertinho, então adorei ver uma gravação regional falando da minha terra, porque, me desculpem os "ó paí ó"s da vida,
eles são muito bons, mas Salvador e o sertão não é só o que temos, nós,baianos, somos muuuuuito mais que isso, e, aliás, não é daquele jeito caricaturado que me vejo; já no documentário da Lagoa, contemplei a história desde os portugueses, e também o meu próprio jeito de falar no modo das pessoas do vídeo, e isso foi contagiante.

Minha terra já foi a Terra do Cacau. sabiam? É uma história muito interessante, por sinal, outro dia eu conto.

Mas gente, fiquei especialmente encantada com a nova forma de caçar dos Índios On-Line. (www.indiosonline.org.br) É tudo via internet: eles aprendem sobre seus direitos, divulgam suas tradições...

Eles estão utilizando a tecnologia a seu favor, seja gravando fatos comprobatórios, seja arquivando danças e cultos, ou mesmo conseguindo benefícios de aposentadoria. Há 5 anos eles desvendam computadores, inclusive os anciãos da aldeia. Eles estão se apropriando das ferramentas, isso é muito bom! Quem quiser dar uma conferida no documentário, eu super-indico.

Parabéns aos produtores, espero que haja muito mais.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Projeto Enjoy your age - Curta a sua idade.

Falta menos de um mês para o meu aniversário, estive pensando em coisas nostálgicas, e então resolvi tentar uma coisa...
Praia de Ipitanga. Foto: Luma Pinto

A proposta é: eu não quero um dia pensar em quando eu tinha 15, 18 ou 20 anos e sentir vontade REAL de voltar no tempo. Eu quero sentir que vivi tudo o que havia para viver, e não me arrepender. Um dia vou me casar, ter filhos, me aposentar, e as diversões serão outras, mas agora...
A ideia é aproveitar tudo o que sua idade te permite, a cada ano. É uma tentativa, mas quem sabe dá certo...=)

Com 20, fiz algumas coisas, vou recapitular:

*Dediquei-me a conhecer melhor minha nova turma na faculdade, entrei para a Comissão de Formatura e formei um grupo de trabalho.

Foto: Ilana Glacy
*Cantei em vários eventos com minha banda, a Kararoots, num astral muito gostoso desde os ensaios às apresentações, de sessões de fotos de frente ao mar, de conversas... de tocar no Ecoreggae com Planta e Raiz, no Emes, mas também tocar no Bugio, logo depois de Molejo.

*Descobri quantas variações existem no reggae, ouvi S.O.J.A., pirei com Hebron, do Groundation e senti o coração pular enquanto assistia às duas bandas no Reggae Power Festival, na praia de Ipitanga.

*Conheci pessoas, não só pela banda, mas pelo Inglês, festas, viagens...

*Viajei no Carnaval para Olinda, conheci pessoas daqui e de lá, fiquei num apê com minha irmã 10 anos mais velha e os amigos que ela fez enquanto cursava jornalismo na Paraíba, anos atrás, vivendo num clima perfeito de união com esse grupo que, mesmo com outras experiências de vida, outra fase profissional, me acolheram com muito carinho. Fui a Recife antigo, aquela maravilha mística, que mistura os sons atuais com um cenário que remete a Veneza, que me fez sentir em um daqueles antigos bailes europeus, com fantasias e tudo o que se tem direito...

Foto: Luma Pinto
*Viajei para o Rio Grande do Sul mas também para São Cristóvão e Japaratuba, aqui do lado. Me deliciei no Vaza-barris, aqui pertinho, no povoado de areia Branca.

*Fui a baladas e a missas, sorri e chorei, cantei, pulei, fiquei bêbada umas três vezes...

Foto: Nara Lemos

 *Terminei um namoro, meti-me em enrascadas, tudo ao seu tempo. Me apaixonei perdidamente em algumas semanas, abandonei o desejo instantes depois...escrevi. Abri esse blog, por onde espalho minhas ideias, nem sempre certas, nem sempre aceitas.

*Toquei também. Cantei, fiz duetos, fiz lual na praia, no rio, na varanda...

*Aprofundei minhas amizades, vi o quanto são preciosas as pessoas com quem vivo em aracaju, em especial Ton, Inês, Juci, Patrick e Erick.

*Pude conhecer melhor minha parceira com quem tenho tanta sintonia, Deborah: canta comigo, vai à praia comigo, festa...

Foto: PotteringSE
*Vivi para ver a saga Harry Potter quase acabar, com a estreia de As Relíquias da Morte - parte 1, ao lado de meu querido Adler e uma trupe de fãs emocionada e emocionante na contagiante pré-estreia, depois de pegar um táxi do Estúdio 3 (Siqueira Campos), onde ensaiava com a Kararoots, diretinho pro filme, (no Shopping Jardins) com um coração que quase saltava do peito. (Gosto de Harry Potter, e daí? Meu professor coleciona bonecos da Marvel...;p)

*Conheci a Funcaju, trabalhei no São João, conheci músicos e histórias interessantes com o Forró Sergipano, e personalidades admiráveis, como o professor Paulino.

Foto:Ton Souza
*Ganhei uma prancha, levei uns caldos, entrei no mar. Senti a liberdade e a leveza, flutuei...Andei de patins, relembrei do skate, fiz Rafting, Escalada, Acquabol, SpaceJump, caiaque, surf no rio, desci de Tirolesa, mas também tentei o GuitarHero, joguei imagem e ação, Monopoly Deal, Uno, War, baralho.

 *Assisti a muitos filmes - que o digam as aulas de Cristiano -, li dos clássicos "O retrato de Dorian Gray" e "Morro dos ventos uivantes" ao romântico-bobinho "Querido John", e curti-os, pois de cada livro ou filme, por mais bobo que seja, se aprende muita coisa, seja pelas ideias contidas na história ou pela forma de contá-la.

*Viciei em Supernatural e Glee, melhorei consideravelmente o meu Inglês.

Foto: Luma Pinto
*Recebi bilhetinhos modernos, originais e desafiadores, enviei cartinhas, me envolvi, desapeguei, estou aqui: viva, inteira e feliz.

*Já fiz a responsável por uma exposição fotográfica rir porque eu puxei meu amigo para um beijo quando ele tinha apenas virado para comentar algo sobre a foto comigo. Ele gostou - eu também.

*Perdi minha querida tia, mas não antes de aproveitar todos os momentos possíveis com ela, que mesmo muito doente era sempre tão agradável, tão pra cima.

*Vi o sol nascer e se pôr diversas vezes, virei noites, fui dengada pela minha mamãe, toquei piano com minha sobrinha de menos de um aninho, Illa, sentada no meu colo e apertando as teclinhas, passeei com meu pai, conversei e curti com minhas três irmãs, estive com meus tios e primas.

*Estudei também. Me encanto cada dia mais com o meu curso e as possibilidades. Montei um bom grupo de trabalhos, me deliciei com as atividades do período.

*Tive que aprender não só a conquistar coisas novas, como saber a hora de ter que abandonar coisas em prol de mim mesma.

*Ganhei um novo piano, onde eu falo o que sinto sem dizer uma palavra, minha confissão solitária e pessoal.

Foto: Rebeca Pinto
*Toquei e cantei entre amigos, no Ensecom, participei de palestras incríveis, deixei o cabelo crescer e, mais recentemente, pintei-o de uma forma um pouco incomum.

E ainda tenho uns 20 dias para adicionar mais coisas aos meus 20 anos. Como essa viagem como a minha família, por exemplo. 

Óbvio que não escrevi aqui tudo o que aconteceu, afinal, um ano não cabe numa postagem, assim como tudo o que eu quero não cabe em 365 dias. Sobraram coisas que eu vou fazer com os 21, 22, e assim por diante. 
O que sei é que concluirei os meus 20 anos em alto estilo.

Quer tentar também? Relembre algumas coisas que você fez este ano das quais mais gostou, e veja o quanto você aproveita o tempo. 

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Fins de tarde

A universidade está vazia, praticamente, e, enquanto descanso e escrevo de frente para a piscina da Unit, me dou conta de que provavelmente nunca vim aqui. São três anos de faculdade, e creio que ao longo do tempo eu e os outros alunos fomos perdendo a interação com este espaço.

Ainda me resta um ano, mas sinto precipitadamente a dor de estar me desvinculando deste terreno que me trouxe tantas coisas boas. Pensei em estratégias para alongar o meu tempo aqui, mas acabei entendendo que já está mesmo chegando a hora de partir e enfrentar os novos desafios que virão.

Eu sou do tipo que se adapta bem a novas situações, mas que, por outro lado, não quer, de jeito nenhum, abrir mão de outras. Esse fim de tarde com andorinhas voando e descendo na diagonal pra molhar a barriguinha na água, por exemplo.