segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Entre meus diversos paradoxos, tem esse: eu não me ligo em bens materiais...mas sou apegada aos que tenho.
Meu piano então, nossa...ninguém pode chegar perto. Mas eu vim contar uma história, que aconteceu 4 anos atrás.

*contar do carinha e do casaco de zavan que eu dei, o de lã.



sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Right now, I just want to unpack some necessities.
Only to free my mind to expand.
I 3wanted tyo improve my English and run for this problems, this tension.
So, I'm here. only trying to unpack =p


i don't need this now. i'm done kkkkk
Hoje e amanhã serão dois dias totalmente diferentes. Totalmente opostos.

Hoje um ciclo se fecha. Amanhã, um novo ciclo se inicia.
Tenho certeza de que amanhã eu estarei plenamente leve, cheia de esperança, garrra e vontade de fazer bonito, sem medo de ser feliz.
Mas hoje, me permito nostalgia, me permito saudade, me permito emoções. 

Hoje eu entrei pela última vez na Teaser como funcionária. E aí me lembrei de quando entrei aqui pela primeira vez, primeira segunda-feira do ano, sabendo que 

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Quando a gente percebe que não é um super herói

Eu já fiz milhares de coisas ao mesmo tempo. Desde criança até semana passaad. Percebi que não sou onipresente. Aceitei o que minha mãe já me advertiu há tempos: "Você não tem superpoderes, Lu. Você quer estar em tudo.""

O ruim é que nunca me desfiz das atividades porque sabia como me faziam bem, como eram irresistíveis. Mas aí, semana pasada, ficou claro pra mim que a banda está mesmo num momento-chave, mas minha vida publicitária também, então tive que escolher. E fiquei com a Redação. Deixei de lado todo o resto: o curta, o convite pra uma nova banda, o projeto ambiental, a Coutto Orchestra, que me ensinou muito nesses oito meses. Até o curso de desenho semanal eu só vou dar continuidade porque faltam duas aulas para acabar. Ficam apenas: o blog, a Jukebox e a publicidade.

Nunca estive tão livre. Nem tão leve. E descobri que também dá para respirar assim. E como! Menos preocupações em me deslocar de um canto para outro, mais cabeça fresca para trabalhar.

Vamos ver como me saio =)

terça-feira, 17 de abril de 2012

Recado às namoradas chatas

Quando eu aprendi a tocar, as pessoas achavam que eu era dedicada. E não que eu estava com um plano infalível para roubar namorados alheios.


Aqui vai um recado para as namoradas problemáticas: eu não passaria 18 anos dos meus apenas 22 me empenhando para aprender piano só para chamar a atenção de qualquer pessoa. Seus namorados não valem tudo isso. 


Antes de saber o que era namorar, eu já era apaixonada por música. Com 3 anos, chorei ao ver minha irmã participando da apresentação da bandinha e eu não, porque não tinha a idade mínima para entrar.


Se hoje eu estiver numa praça e aparecer um cara com um violão, eu provavelmente vou me aproximar. Se for uma garota, dá no mesmo. Agora se a pessoa tocar MUITO BEM, aí que eu chego perto mesmo. Não é porque vou ficar babando pelos seus namorados. É porque eu vou querer aprender tudo o que for possível, tá entendendo?


Então, antes de acharem que têm o direito de me olhar torto, não responder um "boa noite"ou tomar outras atitudes mais grosseiras, aprendam a me respeitar e notem que, a não ser na música, eu não tô nem aí pros seus companheiros, ok? Como diz a história: não sou obrigada.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Prendendo o tempo numa fermata

O tempo é a coisa mais importante da vida. Ele deve ser a própria vida. 

Nosso existir se condensa numa sucessão de tempos presentes, um punhado de águas que nunca voltam. Nunca dá pra recuperar o tempo perdido. Uma vez passado, perfeito, imperfeito ou até mais-que-perfeito, é findo. Irreversível.

Na música, duas barras delimitam a morte da canção. Antes disso, barras solitárias separam os agrupamentos de tempo. Entre as barras, só cabe o tempo que foi determinado no compasso. Nada muda isso. Quer dizer...tem uma figura simples, uma curva e um ponto, que têm a capacidade de fazer uma nota durar mais tempo.

Segurar o tempo! Essa figura simples faz o que eu queria: escolher pequenos trechos para durarem um pouco mais. Quero esse poder na minha mão. 

Não dura para sempre, e nem quero. Outras canções devem soar. Mas, nem que seja na fantasia, no simbolismo, quero me lembrar de fazer o tempo parar.

Que venha então uma fermata, em tatuagem, para o dorso da minha mão.

Tempo, te entendo agora.

"Quero uma fermata que possa fazer, agora, o tempo me obedecer."