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quinta-feira, 3 de março de 2011

Expandindo horizonte nos ônibus coletivos

Exato: eu não acho que as horas dentro de um ônibus são só stress e calor. 



Eu considero os momentos no ônibus como inspiradores e, muitas vezes, divertidos.

Tem aquelas vezes em que cenas hilárias ocorrem e te livram do seu mundinho por alguns instantes, e a isso eu chamo de "Papos Coletivos" - tenho vários na memória e acho que ainda reservarei um tempo para contar sobre eles.

Mas tem também os momentos seus. Coisa que a maioria dos transportes não possibilita, se você for o condutor. No carro, na bicicleta ou na moto você não pode (ou pelo menos não deve) sacar seu caderninho e anotar as contas a pagar, os compromissos que você tem ou as ideias soltas que surgiram. E esse quesito é muito importante. Afinal, uma ideiazinha que seja, se você a anota, automaticamente lembra dela, e depois pode dar continuidade. Acaba se tornando um exercício.

Ano passado, eu andava com umas ideias socio-ambientais no pensamento. Subi num ônibus pra ir para a Unit em pleno horário de engarrafamento, 18h30. Já viu, né? Lógico que o ônibus demorou uma eternidade pra chegar, e, nesse meio termo, eu escrevi todo o projeto de responsabilidade Socioambiental que seria indicado como atividade de Comunicação Integrada no dia seguinte.

Então foi fácil. Quando Henriette explicou a atividade, eu já tinha a empresa escolhida, tudo tudo, e, a partir daí, tanto eu quanto Patrick, Bruna Luh, Daniel Moura, Tayara e Carol Machado só precisamos fazer os ajustes.

Nada mais merecido que receber um dez. Foi uma realização, e um bom presente para a ideia que surgiu no ônibus apertado.

sábado, 20 de novembro de 2010

"A fora é minha"

Essa é uma história verídica que ouvi de um amigo meu.

"Todo mundo sabe que esse negócio de 'fora' sempre dá problema, um chega antes do outro, mas o outro não vê, aí rola briga. Nesse dia eu estava com meus primos, aguardando, dentro da quadra, a hora que a gente entraria no jogo.
Nisso, dois caras começaram a discutir, porque um disse que a fora era dele, o outro disse que era do outro, um deles ficou muito irritado, se deu por vencido e foi lá no cantinho, pegou a bike e saiu, chateado.
O jogo seguiu e, instantes depois, o cara voltou, eu ainda comentei 'ih, ó lá, o cara veio tirar satisfação'. Ele largou a bicicleta e veio caminhando. O outro preparou a guarda para sair na porrada, aí o primeiro foi e sacou um calibre 38, e disse: 'de quem é a fora agora?'

Velho, o cara parou na mesma hora e disse 'é sua, é sua' . O outro: 'EU QUERO QUE VOCÊ DIGA, PRA TODO MUNDO OUVIR, DE QUEM É A FORA'.

 Tá! Que todo mundo? Já tinha todo mundo corrido, não tinha ninguém mais na quadra. O cara do revólver concluiu 'tá, tudo bem, mas agora não quero mais jogar não!', e saiu."

Ainda tento imaginar Saulo escalando uma grade de três metros e meio pra fugir. Haha.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Amigo-queimação




Ainda não encontrei ninguém melhor que Ton no quesito "queimar as próprias amigas", e nesse caso ele ainda  fez artimanhas para 'consertar' ao seu modo.